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  Dicas Importantes - Saúde  
     
  Conteúdo gentilmente cedido pela Revista Pais & Filhos.  
    Inverno de molho
  É só o termômetro baixar e toca correr pro pediatra com a criança gripada, ouvidinho doendo, dor de garganta, pneumonia e, agora, até com coqueluche, uma doença que estava controlada mas parece que voltou. Nessas horas, a informação é a grande aliada para encarar a temporada de males que complicam com o frio sem estressar muito.

 
    por: Mel Mansur, filha de Leila e Sergio
     
 

É na época de frio que o vírus Influenza, da gripe, pega mais no pé da gente, principalmente no das crianças. Chega a atingir até 50% da galerinha de 0 e 12 anos. Pneumonia também é outro fantasma que volta a assustar muitos pais no inverno. Segundo dados da Unicef, ela causa a morte de três milhões de crianças em todo o mundo. Também é nessa época que crianças com alergia respiratória sofrem mais. Isso porque elas ficam mais tempo em locais fechados, o que facilita a transmissão dos vírus e das bactérias, sem contar que, expostas à baixa temperatura e ao clima seco, as vias respiratórias ficam mais sensíveis. A informação é uma das armas para enfrentar o problema. Por isso, preparamos esse guia com dados sobre as principais doenças que atacam no inverno e uma que parece ter voltado, a coqueluche. Com ele à mão, fica mais fácil conversar com o pediatra e encontrar a melhor saída para manter sua família forte e saudável nesse inverno.

Gripe e resfriado
A causa mais comum do resfriado é o rinovírus. Já na gripe, o culpado é o vírus Influenza. São doenças virais e os sintomas e a prevenção, parecidos.

Como identificar: Os sintomas do resfriado são congestão do nariz e, às vezes, tosse seca e febre. Na gripe, febre alta, dores musculares e secreção no pulmão, com tosse e coriza.

Tratamento convencional: Manter a criança bem hidratada para fluidificar as secreções do organismo e eliminá-las rapidamente. Por essa razão os médicos indicam pingar no nariz soluções salinas. “Existe um medicamento que combate o vírus Influenza, mas ele só funciona se for aplicado até 48 horas depois de iniciada a gripe”, diz o pediatra Evandro Baldacci. Para aliviar a dor, recorre-se a analgésicos.

Tratamento alternativo: Homeopatas e antroposóficos também aconselham hidratar a criança. “Indico um soro caseiro feito com suco de laranja fresco, uma pitada de sal e uma colher de café de açúcar”, diz o homeopata Paulo Rosenbaum. Chás quentes de ervas, caldos vegetais e canjas também auxiliam, pois aquecem a garganta e desaceleram a reprodução do vírus, além de funcionar como descongestionantes. Se a febre passar dos 39 graus, ou durar mais de três dias, o médico precisa avaliar pessoalmente a criança para ver se precisa de algum remédio.
Prevenção: Para a gripe, a vacina contra o vírus Influenza é a melhor opção.

Otite
Existem dois tipos de otite: a externa e a média. A primeira acontece bastante em crianças que ficam muito tempo na piscina ou tomam banho e não secam direito o ouvido. Já a segunda é uma complicação da gripe, quando a coriza se acumula no ouvido médio.

Como identificar: Nos dois tipos, a dor é muito intensa e a criança não agüenta uma leve pressão dos dedos em torno do ouvido. Também podem surgir gânglios embaixo da mandíbula.

Tratamento convencional: No caso da otite externa, os médicos receitam medicamentos à base de corticóides para pingar no ouvido e reduzir a inflamação. Analgésicos e compressas quentes também são recomendados para diminuir a dor. A otite média de crianças muito pequenas normalmente é tratada com antibióticos. Já em crianças maiores, boa parte dos casos se resolve espontaneamente, apenas controlando a dor.

Tratamento alternativo: A homeopatia inicialmente indica um medicamento para fortalecer o sistema imunológico e outro para combater a infecção. Segundo o pediatra antroposófico Antonio Carlos de Souza Aranha, suspender o leite da alimentação da criança durante a doença também ajuda, pois ele colabora com a produção de muco. A orientação vale para todas as doenças respiratórias em que as vias ficam congestionadas com secreção.
Prevenção: Para prevenir a otite externa, a sugestão é pingar no ouvido da criança duas a três gotinhas de óleo de amêndoa antes de ela entrar na piscina. Quando a criança sai da piscina, o ideal é secar bem o ouvido e pingar três gotinhas de álcool de cereal, encontrado em qualquer farmácia. Já para a otite média, é bom não amamentar o bebê e deitá-lo em seguida. Se regurgitar, o líquido sobe pela fossa nasal até chegar ao ouvido e causar uma inflamação.

Sinusite
Normalmente ela ocorre como uma complicação da gripe. A secreção se acumula nas cavidades do rosto, causando dores e dificuldade de respirar pelo nariz.

Como identificar: Nariz entupido com corrimento amareloesverdeado, dor de cabeça, tosse e mau hálito. A criança também pode sentir dores na região dos olhos, na testa, nas bochechas e até nos dentes superiores.

Tratamento convencional: Analgésicos para aliviar a dor e hidratação do corpo para facilitar a desobstrução das cavidades congestionadas. A causa da sinusite pode ser viral ou bacteriana, portanto é importante levar a criança ao pediatra para verificar se é necessário utilizar antibióticos ou não. Pode acontecer de a sinusite melhorar naturalmente. Se ela for viral, demora mais ou menos sete dias, se for bacteriana pode durar até um mês. Mas como os sintomas são muito incômodos e é uma doença que pode se tornar crônica, todo cuidado é pouco. “Muitas vezes, acredita-se que fazendo um raio X ele detectará na hora se a criança está com sinusite, o que é um engano. Os pais devem ficar atentos com o médico”, alerta o doutor Baldacci.

Tratamento alternativo: A medicina antroposófica indica a inalação de chá de camomila ou de sálvia. Você coloca o chá numa bacia e envolve a cabecinha da criança com uma toalha para que ela inspire mais vapor. “Outra recomendação é acrescentar uma colher de café de sal para cada xícara de chá de sálvia. Depois de fria, a solução pode ser pingada no nariz como um sorinho caseiro descongestionante”, indica o doutor Aranha.

Prevenção: Se a criança sofre de sinusite crônica ou recorrente (aquelas que duram meses e até anos), ou mesmo de alergias como asma e rinite (que às vezes desencadeiam a sinusite), procure mantê-la afastada de fumaça de cigarro, produtos químicos com cheiro forte e ambientes secos e empoeirados. É também aconselhável manter o nariz da criança sempre limpinho e desobstruído.

Amidalite
Surge com freqüência como decorrência da gripe, quando a inflamação vai para as amídalas.

Como identificar: A garganta dói e há dificuldade de engolir. Outros sinais são placas brancas de pus na garganta, febre e gânglios inchados em qualquer lado do pescoço e da mandíbula.
Tratamento convencional: Em 85% dos casos a amidalite é viral, portanto sem necessidade de antibiótico. Se for bacteriana, tem de entrar no remédio e ficar atento: “Se o médico receitar antibiótico não pode interromper o tratamento logo que a criança melhora. Fazendo isso, a bactéria permanece no organismo e a criança corre o risco de ter febre reumática, que ataca os rins, as articulações e até o coração”, afirma o pediatra Baldacci.

Tratamento alternativo: A homeopatia trata caso a caso. Uma receita fitoterápica alivia a dor e a infecção: gargarejo com chá de folhas de sálvia, que tem propriedades anestésicas, e um pouquinho de sal, que é anti-séptico.

Prevenção: Manter a criança afastada de outras que estejam com o problema e cuidar bem da gripe.

Rinite
Alergia que irrita a mucosa do nariz. Basta o ar ficar seco, cair a temperatura ou a criança entrar em contato com determinadas substâncias para desencadear a crise. “Uma criança saudável precisa passar por uma variação de temperatura de oito a dez graus para congestionar o nariz e a alérgica fica mal com apenas dois graus de diferença”, explica Baldacci.

Como identificar: Congestão nasal freqüente, espirros, inchaço da face e coceira no nariz.
Tratamento convencional: Identificar o que provoca a reação alérgica e evitar que a criança entre em contato. Na fase aguda, com freqüência se usa medicamentos à base de corticóides e soluções salinas para fluidificar a fossa nasal.

Tratamento alternativo: A homeopatia costuma funcionar bem. Para as crianças menores, em geral, o especialista prescreve um remédio de fundo para fortalecer o sistema imunológico e outro para amenizar os sintomas da rinite. A medicina antroposófica recomenda um medicamento à base de marmelo e limão. Indicação fitoterápica, o chá de feno-grego e tomilho funciona como descongestionante.

Prevenção: Em casa, evite produtos de limpeza com cheiro forte e mantenha o ambiente livre de poeira e de mofo.

Pneumonia
Infecção no pulmão que pode ser causada por vírus ou bactéria. “O pulmão se enche de pus e perde a flexibilidade, dificultando a chegada do oxigênio no sangue, e por isso é tão perigosa”, explica o médico homeopata Paulo Rosenbaum. Às vezes é uma gripe que complicou, mas também pode surgir repentinamente. Se não for tratada logo e corretamente, a doença vai enrijecendo cada vez mais o pulmão e ele pára de funcionar.

Como identificar: Tosse, febre, dor no peito ao respirar e calafrios são os sinais. Bebês com menos de 1 ano podem ficar gemendo baixinho. “É bom verificar a freqüência respiratória. Mais de 50 inspirações por minuto numa criança de até 1 ano é o máximo. Se ela estiver com mais que isso, desconfie de pneumonia. Já em crianças mais velhas, o máximo é 40”, diz Baldacci.

Tratamento convencional: Na maioria das vezes, o tratamento é feito com antibióticos. Crianças menores de 2 anos costumam ser internadas para receber oxigênio. Em geral, também são receitados analgésicos que aliviam a tosse e diminuem a dor no tórax, além de uma dieta rica em ferro para aumentar o nível de oxigênio no sangue.

Tratamento alternativo: Pela gravidade do quadro, muitos pais preferem a abordagem alopática, embora a homeopatia e a medicina antroposóica também tratem desse mal. “Hoje em dia já conseguimos resolver muitos casos de pneumonia usando apenas a homeopatia”, afirma o médico homeopata Norberto Di Thomazo. A antroposofia, às vezes, inclui fisioterapia respiratória, vibradores no tórax e um procedimento chamado tapotagem, através do qual o médico dá pequenas golpes no tórax para ajudar a eliminar a secreção do pulmão.

Prevenção: Uma boa alimentação ajuda a fortalecer o organismo. Cuidados básicos como lavar sempre as mão evitam a infecção, assim como manter a criança longe de quem apresente sintomas da doença. A vacina contra o vírus Influenza também é bem-vinda, já que a pneumonia pode surgir como uma complicação da gripe. Atualmente já existe vacina contra o pneumococo, uma bactéria que causa muitos casos de pneumonia.

Asma
A mucosa brônquica (parede interna das vias respiratórias) sofre uma reação alérgica ao entrar em contato com determinadas substâncias, poeira, poluição ou durante exercícios físicos e quedas bruscas de temperatura. “Ela inflama e aperta as vias respiratórias, dificultando a entrada de ar”, explica Baldacci. A crise pode durar de dois a cinco dias.

Como identificar: Crises de falta de ar, chiado ao respirar, aperto no peito, tosse seca e respiração muito rápida são os principais sintomas.

Tratamento convencional: A base do tratamento é a inalação de antiinflamatórios corticóides e broncodilatadores, os dois em forma de “bombinha”.

Tratamento alternativo: “A homeopatia utiliza alguns medicamentos que diminuem a freqüência das crises, mas quando elas acontecem, normalmente a criança precisa usar o broncodilatador", diz Rosenbaum. A acupuntura tem sido usada em crianças a partir dos 10 anos para controlar o quadro e evitar as crises. Na medicina antroposófica o foco é cuidar do sistema renal. “Embora ataque o pulmão, é no rim que se assentam nossas emoções e a asma está diretamente ligada ao estado emocional”, diz o pediatra Aranha.

Prevenção: Evitar o acúmulo de poeira em casa, retirando tapetes e bichos de pelúcia. Fumaça de cigarro, produtos químicos e ambientes muito secos também devem ficar longe dos asmáticos.

A Coqueluche está voltando?

A coqueluche é uma infecção aguda da traquéia, brônquios e bronquíolos, causada pela bactéria Bordetella pertussis. Em crianças pequenas, é bastante perigosa, porque, além de enfraquecer o organismo, os intensos acessos de tosse podem até causar hemorragia interna. Na década de 50, as campanhas de vacinação em massa contra a doença, em diversos países, fizeram diminuir bastante o número de casos. Na década de 80, porém, a doença voltou a atacar. Hoje, a Organização Mundial de Saúde estima que ocorram cerca de 45 milhões de casos por ano no mundo, com 400 mil mortes. “Doenças como essa são cíclicas, por isso em alguns anos a incidência é maior e em outros, menor”, afirma a pediatra infectologista Luiza Helena Falleiros. Há várias hipóteses, para justificar o aumento repentino da doença, entre elas a redução da eficácia da vacina e a mutação da bactéria. Ainda não existem dados que comprovem um surto de coqueluche no Brasil, mas recentemente notou-se um aumento de casos em algumas localidades, como Ribeirão Preto, Campinas e Piracicaba. “O grande problema é que quando um adulto pega coqueluche, o médico não faz o diagnóstico exato para saber o que é. Isso faz com que esse adulto não tome os cuidados necessários e transmita a bactéria para a criança”, explica o pediatra Marco Aurélio Sáfadi. O plano ideal de imunização é aplicar a primeira dose da vacina aos 2 meses de idade, a segunda aos 4 meses, a terceira aos 6 meses e a quarta aos 18 meses, além de um reforço aos 5 anos.

Aquecedor e vaporizador

Os aparelhos de espiral incandescente não são recomendáveis. “Eles ressecam o ar e fazem com que a secreção da doença respiratória fique ainda mais espessa”, afirma o pediatra Evandro Baldacci. “A melhor opção é o aquecedor a óleo, que mantém a umidade do ambiente, pois transmite o calor por irradiação, sem consumir água nem oxigênio”. Também não adianta nada manter a criança num ambiente aquecido e quando ela sair sofrer uma queda brusca de temperatura. “O choque térmico faz com que a criança tenha uma congestão nasal”, explica Evandro. “A temperatura ambiente ideal é em torno de 22 graus.” Outro item que merece atenção são os vaporizadores, que umidificam o ar. Com o ar muito seco, eles ajudam a criança a respirar melhor. Porém, o uso excessivo deixa o ambiente muito úmido, o que favorece a concentração de ácaros e fungos. “O ideal é não passar de duas horas. Depois disso, os pais devem retirar a criança do ambiente, ventilá-lo e só depois ligar o vaporizador de novo”, aconselha o pediatra Antonio Carlos de Souza Aranha.

CONSULTORIA
Dr. Antonio Carlos de Souza Aranha, pediatra antroposófico, pai de Tarsila, Lara e Thiago.
Tel. (11) 5687-3799

Dr. Evandro Baldacci, pediatra do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas, pai de Evandro, Roberto, Letícia e Enzo.
Tel. (11) 3069-8515

Dr. Kazusei Akiyama, clínico-geral e acupunturista, pai de Kaiyou.
Tel. (11) 3885-0300

Dra. Luiza Helena Falleiros, pediatra infectologista do Departamento Científico da Sociedade Brasileira de Pediatria, mãe de Leandro e Beatriz.
Tel. (21) 2548-1999

Dr. Marco Aurélio Sáfadi, pediatra e professor da Faculdade de Medicina da Santa Casa de São Paulo, pai de Pedro e Marília.
Tel. (11) 3849-9325

Dr. Norberto Di Thomazo, homeopata, pai de Juliana e Bianca.
Tel. (11) 2294-3404


Dr. Paulo Rosenbaum, homeopata, chefe do Departamento de Cultura
Homeomática da Escola de Homeopatia, pai Hanna, Marina e Lael.
Tel. (11) 3214-1150

E chegam os problemas respiratórios...

Com o clima mais seco, os cuidados devem ser reforçados para que probleminhas sem maiores conseqüências sejam prevenidos e para que doenças mais sérias sejam tratadas.

por: Camila Vasconcellos, filha de Nilton e Teresinha

Com a chegada do outono e do inverno o clima fica mais seco e a inversão térmica facilita o aparecimento de problemas respiratórios. Noites mal dormidas por causa de tosse e de nariz entupido são só alguns exemplos que prejudicam a saúde e atrapalham a rotina dos filhos e, de quebra, a nossa.

As doenças mais comuns nessas estações do ano (veja quadro abaixo) são causadas graças às bruscas alterações na temperatura e na umidade do ar, exposição à poluição ou à fumaça de cigarro, infecções e alergias a pó.

Para prevení-las é preciso ter disciplina. O reforço com os cuidados de higiene e com a limpeza da casa é extremamente importante. Trocar o cobertor pelo edredom, extinguir bichinhos de pelúcia e cortinas de tecido ou passar pano úmido todos os dias no chão já ajuda bastante, mas nem sempre resolvem.

Melhor mesmo é ir ao médico para evitar que o folclore de se curar tudo sozinho não comprometa o tratamento de doenças sérias, mas aparentemente inofensivas. Para o Dr. Roberto Rodrigues Junior, médico pneumologista especialista pela Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia e Coordenador do Serviço de Pneumologia da Diagnósticos da América, “vários problemas respiratórios podem apresentar os mesmos sintomas, como tosse, catarro, falta de ar e febre. Por isso, um profissional deve diagnosticar especificamente a doença e, com base nesse diagnóstico, realizar um tratamento direcionado”.

Doenças mais comuns no clima seco

Algumas mais tranqüilas e outras mais sérias – como pneumonia, tuberculose e enfisema –, mas todas passíveis de controle se medicadas corretamente.
Alergias;
Bronquite;
Chiado no peito;
Crises de asma;
Enfisema pulmonar.
Falta de ar;
Faringite;
Garganta seca e tosse;
Gripe;
Laringite;
Pneumonia e suas complicações, como sinusite e otite;
Rinite; e
Tuberculose;

Dicas espertas

Prevenir é o melhor remédio e, mesmo que seu filho tenha propensão a essas doenças, é possível atenuar ou mesmo evitar que eles se agravem com essas diquinhas (ótimas para adultos e crianças). Mas lembre-se de sempre levá-lo ao médico.
Agasalhe-o de acordo com a temperatura;
Evite banhos muito quentes e demorados;
Evite contato com animais de pena ou pêlo;
Evite contato com pessoas que estejam gripadas;
Lave as mãos frequentemente;
Limpe diariamente a casa toda, com panos umedecidos (não use flanelas ou espanadores);
Mantenha alimentação equilibrada, reforçando ingestão de frutas ricas em vitamina C;
Não fume perto das crianças, principalmente em ambientes fechados;
Não inale produtos com cheiro forte; e
Vacine toda a família contra a gripe.

Soluções para grávidas – prevenir ou remediar

Algumas mulheres já possuem doenças respiratórias antes de engravidar – e continuam a ter esses probleminhas durante a gestação. Outras adquirem essas dificuldades por causa do stress na gravidez, insegurança, medo e ansiedade pelo nascimento do bebê. A Dra. Sueli de Almeida Raposo, coordenadora do Serviço de Colposcopia e médica no Amparo Maternal da Diagnósticos da América, nos ajudou a preparar uma série de atitudes preventivas ou curativas para que o inverno não seja tão rígido com sua saúde.
Controle da asma, com acompanhamento obstétrico e pneumológico;
Evite o contato com substâncias alergênicas, como flores e carpetes, mudanças bruscas de temperatura e infecções;
Tente não se estressar;
Evite, ao máximo, fumar;
Se necessário, recorra à fisioterapia respiratória, que auxilia na ventilação pulmonar, eliminando o muco e equilibrando a oxigenação da mãe e do bebê;
Em caso de problemas respiratórios, peça a seu médico um monitoramento ara avaliar vitalidade e perfil biofísico, garantindo que seu bebê esteja bem de saúde; e
Converse com seu médico sobre a possibilidade de tomar vacina contra gripe;
Existem, ainda, alguns cuidados importantes para quem dará à luz no inverno. Por exemplo, é importante preparar o quarto do bebê com bastante antecedência, assim, quando ele chegar, o cantinho não terá mais cheiro de tinta, verniz ou resíduos de pó. Ambientes arejados evitam alergias, mas é preciso tomar cuidado para não deixá-los gelados. O banho do bebê também requer bastante cuidado: se estiver muito frio, coloque um aquecedor pequeno no banheiro (bem longe da água), apenas para dar uma sensação de aconchego e evitar choques térmicos e deixe tudo à mão, para agilizar a troca de roupa.

 

 

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